O que o peeling faz
O peeling químico aplica ativos pra acelerar a renovação das camadas superficial e média da pele. Com isso, a pele troca as células envelhecidas ou manchadas por células novas, e o resultado aparece de forma gradual: tom mais uniforme, textura mais lisa e aspecto de pele descansada. Existem peelings de profundidades diferentes, e a escolha depende da sua queixa, do seu tipo de pele e da rotina que você consegue seguir na recuperação.
Costuma fazer sentido considerar quando você nota:
- manchas na pele, como melasma, melanose solar ou marcas escuras deixadas por espinhas;
- acne ativa ou marcas superficiais que ficaram depois dela;
- textura irregular, poros dilatados ou linhas finas;
- pele sem viço, com sinais de sol acumulado ao longo dos anos.
A profundidade certa pro seu caso, não a mais forte
Existe uma família inteira de peelings, e o ativo, a concentração e a profundidade mudam tanto o resultado quanto a recuperação. Um peeling mais superficial permite voltar à rotina rápido e funciona bem em série; um mais profundo age em queixas mais marcadas, mas pede mais cuidado nos dias seguintes. Escolher errado, principalmente em peles morenas e negras, pode manchar em vez de clarear. Por isso a consulta vem antes: a Dra. Maíra avalia o seu fototipo, a queixa e o histórico da sua pele pra definir o protocolo.
O peeling raramente anda sozinho. Ele costuma entrar dentro de um plano, junto da fotoproteção e dos cuidados em casa que preparam a pele antes e sustentam o resultado depois. As sessões são feitas no consultório, com produtos regularizados pela Anvisa, e a resposta é acompanhada a cada etapa. O resultado é progressivo e varia de pessoa pra pessoa.
“Peeling bom não é o mais forte: é o que a sua pele aguenta e responde bem.”
Como funciona
O ativo, a profundidade e o número de sessões são definidos na consulta, conforme a sua pele. Por orientação do CFM, falamos em termos genéricos.
Avaliação da pele
Análise do fototipo, da queixa e do histórico da sua pele pra escolher o peeling certo, porque a indicação errada pode manchar.
Preparo em casa
Em muitos casos a pele é preparada com ativos de uso domiciliar antes das sessões, o que melhora a resposta e a segurança.
Sessões no consultório
Aplicação rápida, com o ativo e o tempo de contato controlados pela médica. A maioria dos protocolos é feita em série, com intervalo entre as sessões.
Descamação e recuperação
Dependendo da profundidade, a pele pode descamar por alguns dias. A Dra. Maíra orienta o que esperar e como cuidar nesse período.
Fotoproteção rigorosa
Protetor solar é parte do tratamento: a pele renovada é mais sensível ao sol, e a proteção é o que garante o clareamento.
Manutenção
O resultado é progressivo ao longo das sessões, e a manutenção é planejada conforme a queixa, principalmente nas manchas, que tendem a voltar sem cuidado.
Peeling químico: o que mais perguntam
Peeling serve pra quê?
As indicações mais comuns são manchas (incluindo melasma e marcas de espinha), acne e suas marcas superficiais, textura irregular, poros e sinais de envelhecimento pelo sol. Na consulta a Dra. Maíra confirma se o peeling é a melhor opção pra sua queixa ou se outra abordagem faz mais sentido.
Quantas sessões eu preciso?
Depende da profundidade e da queixa. Peelings superficiais costumam ser feitos em série, com intervalo de semanas entre as sessões, e o resultado vai se somando. O número é definido na avaliação, não é igual pra todo mundo.
A pele descasca muito? Vou poder trabalhar?
Depende do protocolo. Nos peelings mais superficiais a descamação é leve e a rotina segue normal, com fotoproteção reforçada. Nos mais profundos a pele descama por alguns dias e pede mais cuidado. Isso é alinhado antes, pra caber na sua rotina.
Peeling pode ser feito em pele morena ou negra?
Pode, com a escolha certa de ativo e profundidade. Peles com mais melanina têm maior risco de manchar com protocolos agressivos, e é justamente por isso que a avaliação do fototipo vem antes. Com a indicação adequada, o peeling pode ser feito com segurança nesses tons de pele, e essa escolha é da consulta.
Posso fazer peeling no verão?
Alguns protocolos podem ser feitos o ano inteiro, com fotoproteção rigorosa; outros são mais indicados em épocas de menos sol. Na consulta a Dra. Maíra ajusta o plano à estação e à sua exposição ao sol.
Dói?
Durante a aplicação é comum sentir ardência ou repuxamento passageiros, que a maioria das pessoas tolera bem. O desconforto varia com a profundidade do peeling, e tudo é explicado antes da sessão.
Onde é o atendimento?
Na Consolação, em São Paulo. O agendamento é pelo WhatsApp.