Nem toda marca de acne é igual
A acne pode deixar dois tipos de marca: as manchas, vermelhas ou escuras, que tendem a clarear com o tempo e tratamento, e as cicatrizes de verdade, que são alterações no relevo da pele, deprimidas (os furadinhos) ou elevadas. Cada tipo responde melhor a uma técnica, e por isso a avaliação vem antes de escolher o tratamento. Um ponto importante: tratar a acne ativa primeiro evita que novas cicatrizes se formem.
Costuma fazer sentido avaliar quando você nota:
- marcas deprimidas, os furadinhos, no rosto depois que a acne passou;
- textura irregular da pele nas áreas onde teve acne;
- manchas vermelhas ou escuras que ficaram no lugar das espinhas;
- cicatrizes elevadas ou endurecidas, principalmente no tronco.
Combinar técnicas conforme o tipo de cicatriz
Não existe um tratamento único que resolve toda cicatriz de acne. O que funciona é combinar técnicas conforme o tipo de marca: cicatrizes deprimidas, textura irregular e manchas respondem a abordagens diferentes. Por isso a consulta começa avaliando o seu tipo de cicatriz e a sua pele, e alinhando o que dá pra alcançar, porque o objetivo é melhorar de forma importante, não prometer pele lisa.
A Dra. Maíra usa as ferramentas que a dermatologia tem pra isso: laser, microagulhamento, subcisão para as cicatrizes presas e peelings, montando o plano em etapas e com acompanhamento. E, como o cuidado é por inteiro, a acne ativa entra primeiro no plano, pra não gerar cicatriz nova enquanto se trata a antiga.
“A ordem importa: controlar a acne primeiro, depois tratar a marca que ela deixou.”
Como funciona o tratamento
A técnica, ou a combinação delas, é definida na consulta conforme o tipo de cicatriz. Por orientação do CFM, falamos em termos genéricos.
Avaliação das cicatrizes
Identificar o tipo de marca (deprimida, elevada, mancha, textura) é o que define quais técnicas entram no plano.
Laser
Trabalha a textura e o relevo da pele estimulando a renovação, indicado conforme o tipo de cicatriz e o tom da pele.
Microagulhamento
Estímulo de colágeno pra melhorar a textura e as cicatrizes deprimidas, em sessões e com acompanhamento.
Subcisão
Técnica que libera as traves que prendem a cicatriz por baixo, indicada para as marcas deprimidas e presas.
Peelings
Auxiliam na textura e nas manchas que a acne deixou, em protocolos e etapas conforme a pele.
Cuidado com as manchas
Manchas vermelhas ou escuras têm conduta própria, muitas vezes mais simples que as cicatrizes de relevo.
Controle da acne ativa
Se ainda há acne, ela entra primeiro no plano, porque tratar a marca sem controlar a acne não se sustenta.
Cicatriz de acne: o que mais perguntam
Cicatriz de acne tem como melhorar?
Tem. Com as técnicas certas dá pra melhorar bastante o relevo e a textura da pele, e clarear as manchas. O quanto melhora depende do tipo e da profundidade das cicatrizes, e por isso a avaliação vem antes. O objetivo é uma melhora importante, com um plano realista.
Qual é o melhor tratamento pra cicatriz de acne?
Não existe um único melhor: o que funciona é combinar técnicas conforme o seu tipo de cicatriz. Laser, microagulhamento, subcisão e peelings tratam coisas diferentes. Na consulta a Dra. Maíra define a combinação pro seu caso.
Preciso de quantas sessões?
Cicatriz de acne costuma pedir mais de uma sessão e um plano em etapas, porque a pele responde aos poucos. O número depende do tipo de cicatriz e das técnicas escolhidas, e é alinhado na avaliação.
Qual a diferença entre mancha e cicatriz de acne?
A mancha é uma alteração de cor, vermelha ou escura, e tende a melhorar com o tempo e tratamento. A cicatriz é uma alteração no relevo da pele, deprimida ou elevada, e pede técnicas próprias. Saber qual é a sua orienta todo o tratamento.
Posso tratar as cicatrizes com a acne ainda ativa?
O ideal é controlar a acne ativa primeiro. Tratar só a marca enquanto a acne continua costuma não se sustentar, porque novas lesões podem virar novas cicatrizes. Por isso a acne entra primeiro no plano, quando ainda existe.
Onde é o atendimento?
Na Consolação, em São Paulo. O agendamento é pelo WhatsApp.