O que é verruga e por que remover
A verruga é uma lesão causada pelo vírus HPV na pele. Ela é contagiosa: passa por contato e pode se espalhar pelo próprio corpo, principalmente quando a pessoa cutuca ou tenta arrancar. Aparece em qualquer idade, é muito comum em crianças, e tem formas diferentes: nas mãos, na sola do pé (a verruga plantar, que dói ao pisar), no rosto e na região genital, o condiloma. Um ponto importante: nem toda lesão que parece verruga é verruga. Ceratoses, molusco contagioso e até lesões que merecem atenção podem se parecer, então nenhuma lesão sai da pele sem passar pelo exame primeiro.
Costuma fazer sentido procurar avaliação quando você nota:
- uma ou mais lesões ásperas e elevadas nas mãos, nos dedos ou nos joelhos;
- um ponto endurecido na sola do pé que dói ao pisar;
- lesões que aumentaram de número ou se espalharam;
- verrugas na região genital, sua ou do parceiro;
- uma lesão que você não sabe dizer se é verruga ou outra coisa.
Primeiro ter certeza de que é verruga
Remover verruga é simples, mas remover a lesão errada é um problema: uma lesão suspeita tratada como verruga perde a chance do diagnóstico correto. Por isso a consulta começa pelo exame da pele, pra confirmar que é verruga e descartar o que não é. Confirmado o diagnóstico, a técnica é escolhida pela lesão: o tamanho, a quantidade, a região do corpo e a idade do paciente mudam a conduta.
A Dra. Maíra faz a remoção no próprio consultório, com crioterapia, cauterização ou remoção cirúrgica conforme o caso. Ela também trata HPV genital (condiloma) e atende crianças, que são um público frequente nesse tema e pedem uma abordagem mais tranquila. Como a verruga é causada por um vírus, o acompanhamento faz parte: tratar as lesões visíveis e ficar de olho em recidiva é o que sustenta o resultado.
“Antes de remover, a pergunta certa: isso é mesmo uma verruga?”
Como funciona a remoção
A técnica é definida na consulta, conforme a lesão e a região. Por orientação do CFM, falamos em termos genéricos.
Avaliação da lesão
Exame da pele pra confirmar o diagnóstico de verruga e diferenciar de outras lesões que se parecem.
Crioterapia
Congelamento da verruga com nitrogênio líquido, em aplicações rápidas, às vezes em mais de uma sessão.
Cauterização
Eletrocoagulação que destrói a lesão de forma controlada, feita com anestesia local no consultório.
Remoção cirúrgica
Indicada pra lesões maiores ou resistentes, com a peça enviada pra análise quando há qualquer dúvida.
HPV genital (condiloma)
As verrugas genitais têm conduta própria, com tratamento e orientação sobre transmissão e acompanhamento.
Crianças
A Dra. Maíra atende todas as idades e adapta a técnica pra que a criança tolere bem o tratamento.
Acompanhamento
Como o HPV pode permanecer na pele, o retorno serve pra conferir a cicatrização e tratar cedo se surgir lesão nova.
Remoção de verrugas: o que mais perguntam
Verruga some sozinha?
Algumas somem, principalmente em crianças, mas isso pode levar meses ou anos, e nesse tempo a verruga pode se espalhar ou passar pra outras pessoas. Se a lesão incomoda, dói ou está aumentando de número, tratar costuma ser o caminho mais curto.
Posso tratar verruga em casa, com produto de farmácia?
O risco de tratar por conta própria é tratar a lesão errada: o que parece verruga pode ser outra coisa, inclusive lesões que merecem avaliação médica. Além disso, ácidos usados sem orientação podem machucar a pele ao redor. O ideal é confirmar o diagnóstico antes de qualquer tratamento.
A remoção dói?
O desconforto depende da técnica. A crioterapia arde por alguns segundos e é bem tolerada. A cauterização e a remoção cirúrgica são feitas com anestesia local, então o procedimento em si não dói. Em crianças, a técnica é escolhida também pensando nisso.
A verruga pode voltar?
Pode. A remoção trata a lesão visível, mas o HPV pode permanecer na pele por um tempo, e uma lesão nova pode surgir na mesma região ou perto dela. Isso varia de pessoa pra pessoa. O acompanhamento existe justamente pra tratar cedo, quando é mais simples.
Verruga é contagiosa?
É. O HPV passa por contato direto com a lesão e por objetos compartilhados, e a própria pessoa pode espalhar as verrugas ao cutucar ou roer. No caso das verrugas genitais, a transmissão é sexual e o parceiro também deve ser avaliado. Na consulta a Dra. Maíra orienta como reduzir o contágio.
Onde é o atendimento?
Na Consolação, em São Paulo. O agendamento é pelo WhatsApp.