Maíra RuizDermatologista

Remoção de verrugas em São Paulo

Verruga tem tratamento no consultório, e o primeiro passo é confirmar que a lesão é mesmo uma verruga. Na consulta, a Dra. Maíra Ruiz examina a pele, fecha o diagnóstico e escolhe como remover: congelando, cauterizando ou operando, conforme a lesão.

O que é verruga e por que remover

A verruga é uma lesão causada pelo vírus HPV na pele. Ela é contagiosa: passa por contato e pode se espalhar pelo próprio corpo, principalmente quando a pessoa cutuca ou tenta arrancar. Aparece em qualquer idade, é muito comum em crianças, e tem formas diferentes: nas mãos, na sola do pé (a verruga plantar, que dói ao pisar), no rosto e na região genital, o condiloma. Um ponto importante: nem toda lesão que parece verruga é verruga. Ceratoses, molusco contagioso e até lesões que merecem atenção podem se parecer, então nenhuma lesão sai da pele sem passar pelo exame primeiro.

Costuma fazer sentido procurar avaliação quando você nota:

  • uma ou mais lesões ásperas e elevadas nas mãos, nos dedos ou nos joelhos;
  • um ponto endurecido na sola do pé que dói ao pisar;
  • lesões que aumentaram de número ou se espalharam;
  • verrugas na região genital, sua ou do parceiro;
  • uma lesão que você não sabe dizer se é verruga ou outra coisa.
Dra. Maíra Ruiz, dermatologista em São Paulo

Primeiro ter certeza de que é verruga

Remover verruga é simples, mas remover a lesão errada é um problema: uma lesão suspeita tratada como verruga perde a chance do diagnóstico correto. Por isso a consulta começa pelo exame da pele, pra confirmar que é verruga e descartar o que não é. Confirmado o diagnóstico, a técnica é escolhida pela lesão: o tamanho, a quantidade, a região do corpo e a idade do paciente mudam a conduta.

A Dra. Maíra faz a remoção no próprio consultório, com crioterapia, cauterização ou remoção cirúrgica conforme o caso. Ela também trata HPV genital (condiloma) e atende crianças, que são um público frequente nesse tema e pedem uma abordagem mais tranquila. Como a verruga é causada por um vírus, o acompanhamento faz parte: tratar as lesões visíveis e ficar de olho em recidiva é o que sustenta o resultado.

“Antes de remover, a pergunta certa: isso é mesmo uma verruga?”

Como funciona a remoção

A técnica é definida na consulta, conforme a lesão e a região. Por orientação do CFM, falamos em termos genéricos.

Avaliação da lesão

Exame da pele pra confirmar o diagnóstico de verruga e diferenciar de outras lesões que se parecem.

Crioterapia

Congelamento da verruga com nitrogênio líquido, em aplicações rápidas, às vezes em mais de uma sessão.

Cauterização

Eletrocoagulação que destrói a lesão de forma controlada, feita com anestesia local no consultório.

Remoção cirúrgica

Indicada pra lesões maiores ou resistentes, com a peça enviada pra análise quando há qualquer dúvida.

HPV genital (condiloma)

As verrugas genitais têm conduta própria, com tratamento e orientação sobre transmissão e acompanhamento.

Crianças

A Dra. Maíra atende todas as idades e adapta a técnica pra que a criança tolere bem o tratamento.

Acompanhamento

Como o HPV pode permanecer na pele, o retorno serve pra conferir a cicatrização e tratar cedo se surgir lesão nova.

Remoção de verrugas: o que mais perguntam

Verruga some sozinha?

Algumas somem, principalmente em crianças, mas isso pode levar meses ou anos, e nesse tempo a verruga pode se espalhar ou passar pra outras pessoas. Se a lesão incomoda, dói ou está aumentando de número, tratar costuma ser o caminho mais curto.

Posso tratar verruga em casa, com produto de farmácia?

O risco de tratar por conta própria é tratar a lesão errada: o que parece verruga pode ser outra coisa, inclusive lesões que merecem avaliação médica. Além disso, ácidos usados sem orientação podem machucar a pele ao redor. O ideal é confirmar o diagnóstico antes de qualquer tratamento.

A remoção dói?

O desconforto depende da técnica. A crioterapia arde por alguns segundos e é bem tolerada. A cauterização e a remoção cirúrgica são feitas com anestesia local, então o procedimento em si não dói. Em crianças, a técnica é escolhida também pensando nisso.

A verruga pode voltar?

Pode. A remoção trata a lesão visível, mas o HPV pode permanecer na pele por um tempo, e uma lesão nova pode surgir na mesma região ou perto dela. Isso varia de pessoa pra pessoa. O acompanhamento existe justamente pra tratar cedo, quando é mais simples.

Verruga é contagiosa?

É. O HPV passa por contato direto com a lesão e por objetos compartilhados, e a própria pessoa pode espalhar as verrugas ao cutucar ou roer. No caso das verrugas genitais, a transmissão é sexual e o parceiro também deve ser avaliado. Na consulta a Dra. Maíra orienta como reduzir o contágio.

Onde é o atendimento?

Na Consolação, em São Paulo. O agendamento é pelo WhatsApp.

Ambiente da Clínica Acenza, em São Paulo