Maíra RuizDermatologista

Avaliação de pintas e câncer de pele em São Paulo

A maioria das pintas é inofensiva, mas algumas merecem atenção, e o diagnóstico precoce faz toda a diferença no câncer de pele. Na consulta, a Dra. Maíra Ruiz examina suas pintas com dermatoscopia e orienta o acompanhamento.

Quando uma pinta merece atenção

O Brasil tem muito sol, e o câncer de pele é o tipo mais comum de câncer no país. A boa notícia é que, detectado cedo, costuma ter tratamento simples. A avaliação dermatológica examina suas pintas e manchas, identifica sinais de alerta e define o que precisa de acompanhamento ou exame.

Vale procurar avaliação quando você nota:

  • pinta que mudou de cor, tamanho ou formato;
  • pinta com bordas irregulares ou com mais de uma cor;
  • ferida na pele que não cicatriza ou que volta;
  • histórico de câncer de pele na família ou muita exposição ao sol.
Dra. Maíra Ruiz, dermatologista em São Paulo

Exame cuidadoso, com dermatoscopia

A avaliação usa o dermatoscópio, um aparelho que amplia e ilumina a pele e mostra detalhes que não aparecem a olho nu. Com isso, a Dra. Maíra diferencia o que é seguro do que precisa de atenção, evitando tanto o susto desnecessário quanto o risco de deixar algo passar.

Quando uma lesão merece investigação, ela explica os próximos passos, que podem incluir acompanhamento com registro das imagens ou a remoção para exame. Para quem tem muitas pintas ou histórico familiar, o acompanhamento periódico é a melhor forma de prevenção.

“No câncer de pele, o tempo do diagnóstico é o que mais importa.”

Como funciona a avaliação

O que é indicado depende do seu exame. Por orientação do CFM, falamos em termos genéricos.

Exame da pele

Avaliação das pintas e manchas do corpo, com atenção às áreas mais expostas ao sol.

Dermatoscopia

Exame com aparelho que amplia a pele e ajuda a diferenciar lesões seguras das que precisam de atenção.

Acompanhamento das pintas

Para quem tem muitas pintas ou histórico familiar, o registro e o retorno periódico ajudam a flagrar mudanças cedo.

Remoção quando necessário

Quando uma lesão precisa ser investigada ou retirada, a remoção é feita com técnica e, se indicado, enviada para exame.

Orientação de prevenção

Fotoproteção e cuidados no dia a dia, ajustados ao seu tipo de pele e à sua rotina.

Pintas e câncer de pele: o que mais perguntam

Com que frequência devo avaliar as pintas?

Depende do seu caso. Quem tem muitas pintas, pele clara ou histórico de câncer de pele na família costuma fazer acompanhamento periódico. Na consulta a Dra. Maíra indica o intervalo mais adequado pra você.

Como sei se uma pinta é perigosa?

Mudanças de cor, tamanho ou formato, bordas irregulares e mais de uma cor são sinais de alerta. Mas só o exame, com dermatoscopia, confirma. Por isso vale avaliar em vez de ficar na dúvida.

A avaliação dói?

Não. O exame das pintas e a dermatoscopia são indolores. Se for indicada a remoção de alguma lesão, isso é feito com anestesia local e explicado antes.

Preciso tirar todas as pintas?

Não. A maioria das pintas é inofensiva e não precisa sair. A remoção é indicada só quando há sinal de alerta ou por um motivo específico, avaliado caso a caso.

O que é o mapeamento de pintas?

É o acompanhamento com registro das suas pintas ao longo do tempo, indicado para quem tem muitas pintas ou maior risco. Ajuda a comparar e a flagrar mudanças cedo. Se for o seu caso, a Dra. Maíra explica como funciona.

Onde é o atendimento?

Na Consolação, em São Paulo. O agendamento é pelo WhatsApp.

Ambiente da Clínica Acenza, em São Paulo